{Na ponte.}
Hoje começou a filmagem do documentário
sobre a Casa Verde.É um projeto de fim de semestre
do CNA,e é o segundo no qual eu participo.
O primeiro foi uma adaptação ao inglês de
Mulheres Apaixonadas.Foi muito divertido.
Nesse doc. também sou o cinegrafista
e as vezes atuo como diretor,ajudando
a Regina com ângulos,técnicas e também
dou dicas para a trilha sonora.
Hoje,enquantos filmávamos
na ponte da Casa Verde tive a idéia
de colocar George Harrison cantando All Those Years Ago
nas cenas da ponte.
O grupo é muito bom.
Armando gente fina pra caramba,
Mara é muito engraçada e bonita e a
Fabi é uma ótima pessoa,bem humorada.
Pela ordem que estamos seguindo creio
que acabaremos logo,diferente do primeiro
projeto...
Mas o 1º doc. foi muito mais técnico,
eu montei um cinema numa salinha no CNA,
Regina e eu fizemos um verdadeiro hospital usando
uma poltrona-cama e um lençol branco !!!
Ontem cortei meu cabelão,mas não careca!
Estou com cara de "mais maduro" e dá até
pra fazer um moicanozinho...
Meu vício por Kill Bill ainda não acabou,
continuo ouvindo Malaguena Salerosa (que fecha
o volume2) e ontem peguei meu cartaz na locadora.
Que já está na parede do meu quarto!
Domingo verei O Exorcista : o início,
só vou porque é de graça,nada vai substitiur
o original...e segunda tinha planos para ir ver Nina,
mas não está passando no Cine Santana apesar de ter visto
o cartaz do filme...Só tá passando na região da Paulista e
no Sul,mas minha mãe não deixará eu ir....Vamos ver...
Segunda escrevo a crítica do Exorcista.
Obrigado Eve,a mais nova leitora do Adaptations,pelo
comentário muito simpático.Beijos e abraços!
Agora vou ver Terra dos Sonhos.
Fui.
Só o empirismo e a necessidade salvam! Adaptação. Sempre.
6.11.04
3.11.04
{Para sempre no meu coração.}
Dom Casmurro - Capítulo II
Machado de Assis
Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro. Antes disso, porém, digamos os motivos que me põem a pena na mão.
Vivo só, com um criado. A casa em que moro é própria; fi-la construir de propósito, levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia, há bastantes anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de Matacavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu. Construtor e pintor entenderam bem as indicações que lhes fiz: é o mesmo prédio assobradado, três janelas de frente, varanda ao fundo, as mesmas alcovas e salas. Na principal destas, a pintura do teto e das paredes é mais ou menos igual, umas grinaldas de flores miúdas e grandes pássaros que as tomam nos biocos, de espaço a espaço. Nos quatro cantos do teto as figuras das estações, e ao centro das paredes os medalhões de César, Augusto, Nero e Massinissa, com os nomes por baixo... Não alcanço a razão de tais personagens. Quando fomos para a casa de Matacavalos, já ela estava assim decorada; vinha do decênio anterior. Naturalmente era gosto do tempo meter sabor clássico e figuras antigas em pinturas americanas. O mais é também análogo e parecido. Tenho chacarinha, flores, legume, uma casuarina, um poço e lavadouro. Uso louça velha e mobília velha. Enfim, agora, como outrora, há aqui o mesmo contraste da vida interior, que é pacata, com a exterior, que é ruidosa.
O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não agüenta tinta. Uma certidão que me desse vinte anos de idade poderia enganar os estranhos, como todos os documentos falsos, mas não a mim. Os amigos que me restam são de data recente; todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos. Quanto às amigas, algumas datam de quinze anos, outras de menos, e quase todas crêem na mocidade. Duas ou três fariam crer nela aos outros, mas a língua que falam obriga muita vez a consultar os dicionários, e tal freqüência é cansativa.
Entretanto, vida diferente não quer dizer vida pior, é outra coisa. A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira. Em verdade, pouco apareço e menos falo. Distrações raras. O mais do tempo é gasto em hortar, jardinar e ler; como bem e não durmo mal.
Ora, como tudo cansa, esta monotonia acabou por exaurir-me também. Quis variar, e lembrou-me escrever um livro. Jurisprudência, filosofia e política acudiram-me, mas não me acudiram as forças necessárias. Depois, pensei em fazer uma História dos Subúrbios, menos seca que as memórias do padre Luís Gonçalves dos Santos relativas à cidade; era obra modesta, mas exigia documentos e datas, como preliminares, tudo árido e longo. Foi então que os bustos pintados nas paredes entraram a falar-me e a dizer-me que, uma vez que eles não alcançavam reconstituir-me os tempos idos, pegasse da pena e contasse alguns. Talvez a narração me desse a ilusão, e as sombras viessem perpassar ligeiras, como ao poeta, não o do trem, mas o do Fausto: Aí vindes outra vez, inquietas sombras?...
Fiquei tão alegre com esta idéia, que ainda agora me treme a pena na mão. Sim, Nero, Augusto, Massinissa, e tu, grande César, que me incitas a fazer os meus comentários, agradeço-vos o conselho, e vou deitar ao papel as reminiscências que me vierem vindo. Deste modo, viverei o que vivi, e assentarei a mão para alguma obra de maior tomo. Eia, comecemos a evocação por uma célebre tarde de novembro, que nunca me esqueceu. Tive outras muitas, melhores, e piores, mas aquela nunca se me apagou do espírito. É o que vais entender, lendo.
Hoje,na rua vi tantas pessoas bonitas,tantas coincidências
e surpresas,o que adoro !
Pelo menos hoje,o mundo me recebeu com um sorriso
e com um calor intenso.
Sobre o livro,é indiscutívelmente perfeito.
Abraços...
Dom Casmurro - Capítulo II
Machado de Assis
Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro. Antes disso, porém, digamos os motivos que me põem a pena na mão.
Vivo só, com um criado. A casa em que moro é própria; fi-la construir de propósito, levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia, há bastantes anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de Matacavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu. Construtor e pintor entenderam bem as indicações que lhes fiz: é o mesmo prédio assobradado, três janelas de frente, varanda ao fundo, as mesmas alcovas e salas. Na principal destas, a pintura do teto e das paredes é mais ou menos igual, umas grinaldas de flores miúdas e grandes pássaros que as tomam nos biocos, de espaço a espaço. Nos quatro cantos do teto as figuras das estações, e ao centro das paredes os medalhões de César, Augusto, Nero e Massinissa, com os nomes por baixo... Não alcanço a razão de tais personagens. Quando fomos para a casa de Matacavalos, já ela estava assim decorada; vinha do decênio anterior. Naturalmente era gosto do tempo meter sabor clássico e figuras antigas em pinturas americanas. O mais é também análogo e parecido. Tenho chacarinha, flores, legume, uma casuarina, um poço e lavadouro. Uso louça velha e mobília velha. Enfim, agora, como outrora, há aqui o mesmo contraste da vida interior, que é pacata, com a exterior, que é ruidosa.
O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não agüenta tinta. Uma certidão que me desse vinte anos de idade poderia enganar os estranhos, como todos os documentos falsos, mas não a mim. Os amigos que me restam são de data recente; todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos. Quanto às amigas, algumas datam de quinze anos, outras de menos, e quase todas crêem na mocidade. Duas ou três fariam crer nela aos outros, mas a língua que falam obriga muita vez a consultar os dicionários, e tal freqüência é cansativa.
Entretanto, vida diferente não quer dizer vida pior, é outra coisa. A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira. Em verdade, pouco apareço e menos falo. Distrações raras. O mais do tempo é gasto em hortar, jardinar e ler; como bem e não durmo mal.
Ora, como tudo cansa, esta monotonia acabou por exaurir-me também. Quis variar, e lembrou-me escrever um livro. Jurisprudência, filosofia e política acudiram-me, mas não me acudiram as forças necessárias. Depois, pensei em fazer uma História dos Subúrbios, menos seca que as memórias do padre Luís Gonçalves dos Santos relativas à cidade; era obra modesta, mas exigia documentos e datas, como preliminares, tudo árido e longo. Foi então que os bustos pintados nas paredes entraram a falar-me e a dizer-me que, uma vez que eles não alcançavam reconstituir-me os tempos idos, pegasse da pena e contasse alguns. Talvez a narração me desse a ilusão, e as sombras viessem perpassar ligeiras, como ao poeta, não o do trem, mas o do Fausto: Aí vindes outra vez, inquietas sombras?...
Fiquei tão alegre com esta idéia, que ainda agora me treme a pena na mão. Sim, Nero, Augusto, Massinissa, e tu, grande César, que me incitas a fazer os meus comentários, agradeço-vos o conselho, e vou deitar ao papel as reminiscências que me vierem vindo. Deste modo, viverei o que vivi, e assentarei a mão para alguma obra de maior tomo. Eia, comecemos a evocação por uma célebre tarde de novembro, que nunca me esqueceu. Tive outras muitas, melhores, e piores, mas aquela nunca se me apagou do espírito. É o que vais entender, lendo.
Hoje,na rua vi tantas pessoas bonitas,tantas coincidências
e surpresas,o que adoro !
Pelo menos hoje,o mundo me recebeu com um sorriso
e com um calor intenso.
Sobre o livro,é indiscutívelmente perfeito.
Abraços...
28.10.04
{Vamos ao que interessa.}
Num especial com os melhores filmes do século,
vi a cena na qual John Travolta aplica uma injeção
de adrenalina para salvar Uma Thurman de uma
overdose.Na hora adorei!
Toda aquela excitação,o momento,tudo foi muito louco!
Com vergonha, revelo que demorei muito pra alugar
Pulp Fiction.Assisti,adorei e me apaixonei por Tarantino.
Idealizado por Uma e Quentin nos bastidores de Pulp, Kill Bill
é um filme com uma história bem simples: vingança
(Vingança é um prato servido frio,no começo do Volume 2).
A Noiva,grávida,decide parar com a vida de assassina profissional.
Bill (David Carradine,perfeito) e seus colegas de trabalho vão à
capela e massacram todo mundo.
Para finalizar,Bill atira na cabeça da Noiva.Quatro anos se passam
e do comaela acorda cheia de fúria.No volume um ela se vinga da metade.
No volume dois ela vai atrás de Bill para matá-lo.
Usando mais cérebro que sangue,Tarantino homenageia filmes orientais
dos anos 70 e mergulha em diálogos profundos e divertidos.
A tese do Superman feita por Bill no fina é magnífica.
Quentin também ama,mas equilibra sua louca violência perfeitamente
e não se esquecendo de explorar um dos romances mais
bacanas dos últimos anos !
Destaque merecidíssimo para o treinamento da Noiva pelo
Mestre Pai Mei e,mais uma vez,pela trilha sonora.
Como na revista SET, "o ano pode acabar aqui".
Estou fanático pelas cores,diálogos,músicas,
olhares,ação e estilo "Kill Bill" !
Quando assisti o primeiro já peguei minha calça
preta e fiz uma listra amarela nela.
Logo,nas locadoras,pedi pelos cartazes do filme.
Quando meu pc e gravador foram arrumados
gravei as duas trilhas sonoras (perfeitas).
Amo Kill Bill,Tarantino e a violência
bem humorada.
Abaixo,um banner feito por mim na aula de Photoshop.
{Tese Superman,por Bill}
Bill : Superman stands alone. Superman did not become Superman, Superman was born Superman. When Superman wakes up in the morning, he is Superman. His alter ego is Clark Kent. His outfit with the big red S is the blanket he was wrapped in as a baby when the Kents found him. Those are his clothes. What Kent wears, the glasses the business suit, that's the costume. That's the costume Superman wears to blend in with us. Clark Kent is how Superman views us. And what are the characteristics of Clark Kent? He's weak, unsure of himself... he's a coward. Clark Kent is Superman's critique on the whole human race, sort of like Beatrix Kiddo and Mrs. Tommy Plumpton.
Num especial com os melhores filmes do século,
vi a cena na qual John Travolta aplica uma injeção
de adrenalina para salvar Uma Thurman de uma
overdose.Na hora adorei!
Toda aquela excitação,o momento,tudo foi muito louco!
Com vergonha, revelo que demorei muito pra alugar
Pulp Fiction.Assisti,adorei e me apaixonei por Tarantino.
Idealizado por Uma e Quentin nos bastidores de Pulp, Kill Bill
é um filme com uma história bem simples: vingança
(Vingança é um prato servido frio,no começo do Volume 2).
A Noiva,grávida,decide parar com a vida de assassina profissional.
Bill (David Carradine,perfeito) e seus colegas de trabalho vão à
capela e massacram todo mundo.
Para finalizar,Bill atira na cabeça da Noiva.Quatro anos se passam
e do comaela acorda cheia de fúria.No volume um ela se vinga da metade.
No volume dois ela vai atrás de Bill para matá-lo.
Usando mais cérebro que sangue,Tarantino homenageia filmes orientais
dos anos 70 e mergulha em diálogos profundos e divertidos.
A tese do Superman feita por Bill no fina é magnífica.
Quentin também ama,mas equilibra sua louca violência perfeitamente
e não se esquecendo de explorar um dos romances mais
bacanas dos últimos anos !
Destaque merecidíssimo para o treinamento da Noiva pelo
Mestre Pai Mei e,mais uma vez,pela trilha sonora.
Como na revista SET, "o ano pode acabar aqui".
Estou fanático pelas cores,diálogos,músicas,
olhares,ação e estilo "Kill Bill" !
Quando assisti o primeiro já peguei minha calça
preta e fiz uma listra amarela nela.
Logo,nas locadoras,pedi pelos cartazes do filme.
Quando meu pc e gravador foram arrumados
gravei as duas trilhas sonoras (perfeitas).
Amo Kill Bill,Tarantino e a violência
bem humorada.
Abaixo,um banner feito por mim na aula de Photoshop.
{Tese Superman,por Bill}
Bill : Superman stands alone. Superman did not become Superman, Superman was born Superman. When Superman wakes up in the morning, he is Superman. His alter ego is Clark Kent. His outfit with the big red S is the blanket he was wrapped in as a baby when the Kents found him. Those are his clothes. What Kent wears, the glasses the business suit, that's the costume. That's the costume Superman wears to blend in with us. Clark Kent is how Superman views us. And what are the characteristics of Clark Kent? He's weak, unsure of himself... he's a coward. Clark Kent is Superman's critique on the whole human race, sort of like Beatrix Kiddo and Mrs. Tommy Plumpton.
25.10.04
{1952-2004}
Inúmeras de pessoas salvas, vôos emocionantes.
Ele até fez o tempo voltar para salvar sua amada e seus amigos.
Atrás de um óculos e de um terno existe um super-homem.
Devido à queda de um cavalo, Christopher Reeve ficou
paralizado do pescoço pra baixo.
O eterno Superman iria ficar sentado
para sempre.
Grande colaborador financeira e incentivamente das pesquisas de
células tronco,Reeve morreu no domingo dia 10.
Fez participações mais que especiais na 3ª temporada de Smallville,
como um cientista que sabe de Krypton e do segredo de Kal-el.
Me lembro de uma pessoa muito especial,conversando comigo
sobre o dia em que ela foi assistir "Superman-o filme" no cinema
com a mãe.Margot me disse que já amava o herói e ve-lo voando
no telão foi algo inesquecível.
Christopher Reeve deixou a prova de que um homem pode voar,
sempre,para o alto e avante...
RIP.
Inúmeras de pessoas salvas, vôos emocionantes.
Ele até fez o tempo voltar para salvar sua amada e seus amigos.
Atrás de um óculos e de um terno existe um super-homem.
Devido à queda de um cavalo, Christopher Reeve ficou
paralizado do pescoço pra baixo.
O eterno Superman iria ficar sentado
para sempre.
Grande colaborador financeira e incentivamente das pesquisas de
células tronco,Reeve morreu no domingo dia 10.
Fez participações mais que especiais na 3ª temporada de Smallville,
como um cientista que sabe de Krypton e do segredo de Kal-el.
Me lembro de uma pessoa muito especial,conversando comigo
sobre o dia em que ela foi assistir "Superman-o filme" no cinema
com a mãe.Margot me disse que já amava o herói e ve-lo voando
no telão foi algo inesquecível.
Christopher Reeve deixou a prova de que um homem pode voar,
sempre,para o alto e avante...
RIP.
23.10.04
{Mês difícil}
Tudo começou no dia 1º...
No meu discador do Itelefônica sumiramtodas as cidades com a letra "S"...
Ou seja,impossível se conectar.
No dia 2 foi um dos melhores.
Graças ao ORKUT fui no Playcenter encontrar com o pessoal da
comunidade "Pica pau desce as cataratas".
Lembra daquele episódio emque ele quer descer as cataratas do Niágara num barril ?
Então,meia dúzia de gente,tudo de capa amarela e gritando "OOOOEEEE" pra tudo !Pessoal todo divertido,pessoas ótimas !!
Em especial Renata,Nina,Douglas,Danielae Alexandre !!!
Vamos repetir a façanha no próximo dia 20 de novembro...
Enquanto isso...
Meu pc tava bichado...Vírus,arquivos corrompidos,etc e tal...
Precisava formatar,mas não queria perder minhas 700 e poucas músicase montagens do antigo Mikemovie...
Arrumei meu gravador e hojevoltei com tudo normal...normal não,agora tenho Speedy...VIVA !!!
Na próxima terça tenho que montar minha parte pra Feira Cultural daescola.
Tema: 450 anos de São Paulo,meu sub-tema é a antiga cartografiada cidade....
Duas semanas árduas de pesquisa e nada...Até que encontrei o que precisava!
Mas na área de pesquisa da biblioteca não é permitidolevar nada....e nem tirar xerox.
Hoje fui no Arquivo do Estado,fui tratado muito bem.Pessoas legais,ambiente bacana,achei o que queria.
Mas uma digitalização lá leva de 15 a 30 dias...
E eles estão evitando digitalizar,porque danifica os mapas...
Preciso de uma camera digital urgente,só assim pra ter meu trabalho exposto....
Que mês hein !
Segunda : um texto sobre Christopher Reeve e Kill Bill vol.2 !
Para ver a imagem maior,clique !
Tudo começou no dia 1º...
No meu discador do Itelefônica sumiramtodas as cidades com a letra "S"...
Ou seja,impossível se conectar.
No dia 2 foi um dos melhores.
Graças ao ORKUT fui no Playcenter encontrar com o pessoal da
comunidade "Pica pau desce as cataratas".
Lembra daquele episódio emque ele quer descer as cataratas do Niágara num barril ?
Então,meia dúzia de gente,tudo de capa amarela e gritando "OOOOEEEE" pra tudo !Pessoal todo divertido,pessoas ótimas !!
Em especial Renata,Nina,Douglas,Danielae Alexandre !!!
Vamos repetir a façanha no próximo dia 20 de novembro...
Enquanto isso...
Meu pc tava bichado...Vírus,arquivos corrompidos,etc e tal...
Precisava formatar,mas não queria perder minhas 700 e poucas músicase montagens do antigo Mikemovie...
Arrumei meu gravador e hojevoltei com tudo normal...normal não,agora tenho Speedy...VIVA !!!
Na próxima terça tenho que montar minha parte pra Feira Cultural daescola.
Tema: 450 anos de São Paulo,meu sub-tema é a antiga cartografiada cidade....
Duas semanas árduas de pesquisa e nada...Até que encontrei o que precisava!
Mas na área de pesquisa da biblioteca não é permitidolevar nada....e nem tirar xerox.
Hoje fui no Arquivo do Estado,fui tratado muito bem.Pessoas legais,ambiente bacana,achei o que queria.
Mas uma digitalização lá leva de 15 a 30 dias...
E eles estão evitando digitalizar,porque danifica os mapas...
Preciso de uma camera digital urgente,só assim pra ter meu trabalho exposto....
Que mês hein !
Segunda : um texto sobre Christopher Reeve e Kill Bill vol.2 !
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5.10.04
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