Do sim ao não quantos talvez? Milhares. Inumeráveis. E estou bem no meio deles. Mas como acreditar em si mesmo? Não estou reclamando da minha vida, pelo contrario. Mas o meu histórico é de rejeição. Meu pai chegou a dar o dinheiro do meu aborto para minha mãe. Fui rejeitado pela criação e nem havia nascido. Antes de eu ter sequer pensar, já existiu uma pessoa no mundo que não queria a minha presença no mesmo mundo em que ela existia. Antes de eu nascer havia alguém que não queria que eu existisse. No fundo de todos os talvez este é o mais marcante. Como confiar em mim mesmo? Como confiar em mais alguém? Como se sentir querido? Como se sentir vivo?
É por isso que eu escrevo: para me esvaziar.
Só o empirismo e a necessidade salvam! Adaptação. Sempre.
13.4.13
8.4.13
No dia em que Sara Montiel morreu eu me senti sozinho duas vezes
Não demorei muito para chegar no trabalho. O ônibus passou rápido. No ponto, fingi não reconhecer um ex-colega de classe. Chegando no escritório, deixei minha mochila no chão ao lado da minha mesa, liguei o computador, fui a copa buscar café e respondi um bom dia a alguém. Dei um beijo na Sil, a copeira. Gosto dela. Na hora do almoço M. começou a contar para a amiga sobre o menino com que ela estava no fim de semana.
(Ouvir você falar dele, fazendo ciúmes para um outro, nunca ouvi esse seu tom de voz. Tom de voz apaixonado? Só sei que ouvir você falando assim de outra pessoa mexeu com meus nervos. Nem terminei de comer. Me senti sozinho.)
Durante o almoço percebi outra pessoa triste na mesa. Gisele. Não esta nos padrões de beleza, mas ela é bonita. Tem um ar diferente das pessoas lá de dentro. Parece realmente sincera e honesta. Me cumprimenta sempre. Tem um ar tristonho de menina meiga. Vai ver ela nem estava se sentindo sozinha. Vai ver eu não queria me sentir assim. Me animei quando começamos a conversar sobre Paris. Ela foi para lá no ano passado e eu vou no mês que vem.
A tarde minha (outra?) paixonite questiona minha amargura e minha rudez. Estamos sozinhos. Disse que era um mal estar e não quis parecer grosso. Verdade. Perguntei se ela conseguiu achar um lugar para sair na sexta passada e ela disse que não. Brinquei dizendo que ela deveria então ter aceitado meu convite para um café. Sorriu e disse que um dia teríamos um dia só para isso. Fiquei vermelho.
Descobri que Sara Montiel morreu. Me lembrei de “Quizas, Quizas, Quizas”. Me lembrei de “In the Mood for Love”. Me lembrei de Thalita. Me senti mais sozinho. Meus olhos lacrimejaram de solidão pela primeira vez no dia. Me senti dramático. Fiquei quieto e ouvindo música durante o resto do dia.
Mirella me lembrou que meu aniversario esta chegando. Digo que vou ficar mais velho e ela disse que sou jovem. Digo a ela que sinto que vou morrer jovem. Que devo ter uns 2 ou 3 anos de vida no máximo. Ela manda eu calar a boca.
Indo para o metrô, dentro do ônibus, leio um trecho de Trópico de Câncer e sublinho a frase "As imagens são reais, mesmo que a história seja falsa".
Já no metrô, enquanto espero o trem chegar uma figura raquítica de boné chama minha atenção. É um senhor bem magro, alto e com tique. Balança a cabeça para frente e para trás. Parece ter saído de um hospital. O trem chega, mas não entro. Quero o mesmo vagão que ele. Passa mais um e depois outro. Ele não se levanta. Fico impaciente e decido tentar fotografar ele ali mesmo. Fico do seu lado e escondido consigo capturar aquele senhor raquítico e com tique no meu celular. Chega o trem, nem penso duas vezes e entro. Vejo que ele entrou também por outra porta.
Sento, pois minha mochila esta bem pesada. Cheia de planos e leitura. Ergo a cabeça para trás e um rosto estampado num cartaz sorri para mim de ponta cabeça. Down is the new up. O sorriso fica triste. Changes do Bowie no iPod. Meu estômago ronca. Fecho os olhos com força e um pensamento surge na minha cabeça: vou ficar sozinho para sempre. Esta é a minha certeza. Por um segundo penso nos problemas mais sérios do mundo e eu mesmo me censuro: foco na sua situação. Ficarei sozinho para sempre e nunca terei ninguém. Simples. Meus olhos lacrimejam de medo da solidão pela segunda vez no dia.
Troco de trem. Depois de alguns minutos, um homem bêbado levanta, passeia, se equilibra, põe a cabeça na porta, mas não sai. Depois ele volta a seu lugar. Balbucia algumas palavras enquanto estende a mão para cima como se pedisse esmola. Preciso fotografa-lo, eu penso. Próximo da estação final me posiciono na saída oposta e consigo fotografa-lo rapidamente. Não vi o resultado, mas acho que não ficou boa. Ele me encara gentilmente.
Já estou dentro do ônibus enquanto digito tudo isso no bloco de notas do meu aparelho. Ele para no farol e uma luz forte e alaranjada me faz parar o texto. Olho para fora pela janela e um equilibrista de semáforo com paus cheios de fogo sorri para mim. Hipnotizado com a cena mal percebo o ônibus acelerando.
Estou perto de casa.
(Ouvir você falar dele, fazendo ciúmes para um outro, nunca ouvi esse seu tom de voz. Tom de voz apaixonado? Só sei que ouvir você falando assim de outra pessoa mexeu com meus nervos. Nem terminei de comer. Me senti sozinho.)
Durante o almoço percebi outra pessoa triste na mesa. Gisele. Não esta nos padrões de beleza, mas ela é bonita. Tem um ar diferente das pessoas lá de dentro. Parece realmente sincera e honesta. Me cumprimenta sempre. Tem um ar tristonho de menina meiga. Vai ver ela nem estava se sentindo sozinha. Vai ver eu não queria me sentir assim. Me animei quando começamos a conversar sobre Paris. Ela foi para lá no ano passado e eu vou no mês que vem.
A tarde minha (outra?) paixonite questiona minha amargura e minha rudez. Estamos sozinhos. Disse que era um mal estar e não quis parecer grosso. Verdade. Perguntei se ela conseguiu achar um lugar para sair na sexta passada e ela disse que não. Brinquei dizendo que ela deveria então ter aceitado meu convite para um café. Sorriu e disse que um dia teríamos um dia só para isso. Fiquei vermelho.
Descobri que Sara Montiel morreu. Me lembrei de “Quizas, Quizas, Quizas”. Me lembrei de “In the Mood for Love”. Me lembrei de Thalita. Me senti mais sozinho. Meus olhos lacrimejaram de solidão pela primeira vez no dia. Me senti dramático. Fiquei quieto e ouvindo música durante o resto do dia.
Mirella me lembrou que meu aniversario esta chegando. Digo que vou ficar mais velho e ela disse que sou jovem. Digo a ela que sinto que vou morrer jovem. Que devo ter uns 2 ou 3 anos de vida no máximo. Ela manda eu calar a boca.
Indo para o metrô, dentro do ônibus, leio um trecho de Trópico de Câncer e sublinho a frase "As imagens são reais, mesmo que a história seja falsa".
Já no metrô, enquanto espero o trem chegar uma figura raquítica de boné chama minha atenção. É um senhor bem magro, alto e com tique. Balança a cabeça para frente e para trás. Parece ter saído de um hospital. O trem chega, mas não entro. Quero o mesmo vagão que ele. Passa mais um e depois outro. Ele não se levanta. Fico impaciente e decido tentar fotografar ele ali mesmo. Fico do seu lado e escondido consigo capturar aquele senhor raquítico e com tique no meu celular. Chega o trem, nem penso duas vezes e entro. Vejo que ele entrou também por outra porta.
Sento, pois minha mochila esta bem pesada. Cheia de planos e leitura. Ergo a cabeça para trás e um rosto estampado num cartaz sorri para mim de ponta cabeça. Down is the new up. O sorriso fica triste. Changes do Bowie no iPod. Meu estômago ronca. Fecho os olhos com força e um pensamento surge na minha cabeça: vou ficar sozinho para sempre. Esta é a minha certeza. Por um segundo penso nos problemas mais sérios do mundo e eu mesmo me censuro: foco na sua situação. Ficarei sozinho para sempre e nunca terei ninguém. Simples. Meus olhos lacrimejam de medo da solidão pela segunda vez no dia.
Troco de trem. Depois de alguns minutos, um homem bêbado levanta, passeia, se equilibra, põe a cabeça na porta, mas não sai. Depois ele volta a seu lugar. Balbucia algumas palavras enquanto estende a mão para cima como se pedisse esmola. Preciso fotografa-lo, eu penso. Próximo da estação final me posiciono na saída oposta e consigo fotografa-lo rapidamente. Não vi o resultado, mas acho que não ficou boa. Ele me encara gentilmente.
Já estou dentro do ônibus enquanto digito tudo isso no bloco de notas do meu aparelho. Ele para no farol e uma luz forte e alaranjada me faz parar o texto. Olho para fora pela janela e um equilibrista de semáforo com paus cheios de fogo sorri para mim. Hipnotizado com a cena mal percebo o ônibus acelerando.
Estou perto de casa.
27.3.13
Carinhos invisíveis
Por que estou assim? Por que estou assim? Por dentro sinto um frio. Coração gelado, esôfago estremecendo. Sensação de queda. As vezes queria me entender. Pálpebras cansadas, sono, muito sono. Ansiedade também. Pernas inquietas mesmo deitado. Pés balançando. Sinto falta de carinho. Dar e receber. Nunca me senti assim antes. Estranho. Mas bom. Mais ou menos. Não tenho com quem treinar estes carinhos. Tenho dois braços para te abraçar, te segurar e te prender. O que mais faço com dois braços? Tenho duas mãos para te acariciar quatro vezes. Te acariciar no seu rosto, nuca, na lateral do seu corpo mesmo sobre sua blusa, deslizar quatro vezes minhas mãos levemente tremidas pelo seu ombro até a ponta dos seus dedos. Duas mãos para segurar suas duas mãos. Duas mãos para te puxar contra mim. Vinte dedos para se entrelaçarem. Duas pernas para andar ao seu lado. Uma boca para te beijar. Dois olhos para te observar rapidamente para não parecer estranho. Dois segundos para contar quantas pintinhas tem no seu rosto. Três segundos para ver você mordendo os lábios de nervoso. Dois olhos para passear pelo seu corpo. Um coração. Os carinhos não doem mais como antes. Só sinto a falta deles quando não te toco. Quando não estou ao seu lado. Ergo a minha mão esperançosa para poder tocar na sua. Venha me abraçar. O que dura apenas segundos carrego comigo durante um dia. Sensação impregnada no meu corpo. Você impulsiona minha imaginação pervertida para horizontes jamais explorados. Você me deixou carinhoso e nem sabe disso. Não recebo seus carinhos e você não recebe os meus. Somente carinhos invisíveis. Apenas em pensamentos quando encaro o teto escuro durante a noite. Sua assombração paira sobre mim. Seu fantasma não me deixa. Você visita os meus sonhos e nada acontece. Mal consigo lembrar disso até te ver novamente.
25.3.13
Sonho Sonho
Não lembro muito dos sonhos, mas foi um dentro do outro:
No decorrer de uma história (não me lembro do começo), três meninas revelam seus sonhos. Uma sonhava em voar igual a sininho, a outra não me recordo e a terceira sonhava em se suicidar da Torre Eiffel. Esta terceira realiza. Percebo no sonho que sou as três meninas. Tenho a sensação de cair.
De repente desperto e estou tomando banho. Um rosto demoníaco me assusta pela cortina do chuveiro. Ele quer entrar e anda como um sonâmbulo. Eu o empurro, afastando o e sinto a textura da cortina. Me lembro disso. Chego a machuca-lo e o banheiro fica na sala. Muitas pessoas chegam e evitam uma briga mais seria. Com as luzes acesas eu reconheço todos, principalmente o invasor. Ele é um grande amigo meu, mas somente no sonho. Realmente não o conheço.
Daqui pra frente tudo fica estranho pois minha mãe me acorda enquanto eu ainda tento voltar aos sonhos.
No decorrer de uma história (não me lembro do começo), três meninas revelam seus sonhos. Uma sonhava em voar igual a sininho, a outra não me recordo e a terceira sonhava em se suicidar da Torre Eiffel. Esta terceira realiza. Percebo no sonho que sou as três meninas. Tenho a sensação de cair.
De repente desperto e estou tomando banho. Um rosto demoníaco me assusta pela cortina do chuveiro. Ele quer entrar e anda como um sonâmbulo. Eu o empurro, afastando o e sinto a textura da cortina. Me lembro disso. Chego a machuca-lo e o banheiro fica na sala. Muitas pessoas chegam e evitam uma briga mais seria. Com as luzes acesas eu reconheço todos, principalmente o invasor. Ele é um grande amigo meu, mas somente no sonho. Realmente não o conheço.
Daqui pra frente tudo fica estranho pois minha mãe me acorda enquanto eu ainda tento voltar aos sonhos.
21.3.13
Um apêndice emocional
Costumo enjoar rapidamente das coisas, pessoas ou situações. E eu acho que cansei de ficar sozinho. Já são 25 anos assim. Tenho a sensação de estar disposto a ter uma companhia, mesmo que talvez temporária.
Como vão me perceber nas sombras? A luz ofusca minha vista e me confunde. Me deixa desestabilizado.
A solidão ainda faz parte de mim. Não é só um estado de espirito. É um estado permanente.
Mas a vontade que eu tenho é a de continuar a conversar com as pessoas que eu convivo - criar uma espécie de vínculo a parte, um apêndice emocional. Gostaria de continuar com elas e as ter em companhia em lugares que conheço.
Gostaria que alguém me levasse para passear.
Mas ainda estou inerte. Nem desisto e nem tento agora... Tanto faz.
A solidão ainda faz parte de mim. Não é só um estado de espirito. É um estado permanente.
Mas a vontade que eu tenho é a de continuar a conversar com as pessoas que eu convivo - criar uma espécie de vínculo a parte, um apêndice emocional. Gostaria de continuar com elas e as ter em companhia em lugares que conheço.
Gostaria que alguém me levasse para passear.
Mas ainda estou inerte. Nem desisto e nem tento agora... Tanto faz.
18.3.13
Um segredo
Cansei de deixar só reservado a mim este tipo de segredo. Uma vez na vida eu teria que contar a alguém. A alguém envolvido. A alguém que eu mesmo envolvi e por ela fui envolvido. Contra nossa própria vontade, claro. Eu estou gostando de você. Pronto. Mas não se preocupe, antes da sua pena existir já existia minha vergonha. Sem remorsos.
Fique tranquila que não contarei a ninguém, talvez somente para M., pois guardo seus segredos também. Também não se preocupe em como agir, em breve isso terá acabado, como todos os meus outros segredos deste tipo. Faço uma viagem logo mais e poderei pensar em outras coisas e talvez mais pessoas. Não espere mudanças repentinas de tratamento. Consigo camuflar qualquer sentimento verdadeiro e transparecer um falso.
Pronto. Estou mais leve agora.
“The true man wants two things: danger and play. For that reason he wants woman love, as the most dangerous plaything.” — Nietzsche
Pronto. Estou mais leve agora.
“The true man wants two things: danger and play. For that reason he wants
Assinar:
Postagens (Atom)
Anteriormente
-
►
2004
(60)
- ► março 2004 (4)
- ► abril 2004 (8)
- ► junho 2004 (5)
- ► julho 2004 (4)
- ► agosto 2004 (5)
- ► setembro 2004 (4)
- ► outubro 2004 (4)
- ► novembro 2004 (10)
- ► dezembro 2004 (9)
-
►
2005
(50)
- ► janeiro 2005 (3)
- ► fevereiro 2005 (8)
- ► março 2005 (4)
- ► abril 2005 (5)
- ► junho 2005 (4)
- ► julho 2005 (3)
- ► agosto 2005 (4)
- ► setembro 2005 (3)
- ► outubro 2005 (3)
- ► novembro 2005 (2)
- ► dezembro 2005 (5)
-
►
2006
(40)
- ► janeiro 2006 (3)
- ► fevereiro 2006 (3)
- ► março 2006 (5)
- ► abril 2006 (2)
- ► junho 2006 (3)
- ► julho 2006 (3)
- ► agosto 2006 (4)
- ► setembro 2006 (5)
- ► outubro 2006 (2)
- ► novembro 2006 (4)
- ► dezembro 2006 (2)
-
►
2007
(45)
- ► janeiro 2007 (4)
- ► fevereiro 2007 (6)
- ► março 2007 (2)
- ► abril 2007 (4)
- ► junho 2007 (3)
- ► julho 2007 (4)
- ► agosto 2007 (6)
- ► setembro 2007 (3)
- ► outubro 2007 (1)
- ► novembro 2007 (3)
- ► dezembro 2007 (2)
-
►
2008
(36)
- ► janeiro 2008 (3)
- ► fevereiro 2008 (3)
- ► março 2008 (7)
- ► abril 2008 (4)
- ► junho 2008 (3)
- ► julho 2008 (3)
- ► agosto 2008 (2)
- ► setembro 2008 (2)
- ► novembro 2008 (2)
- ► dezembro 2008 (3)
-
►
2009
(31)
- ► janeiro 2009 (6)
- ► fevereiro 2009 (8)
- ► março 2009 (2)
- ► abril 2009 (3)
- ► junho 2009 (1)
- ► julho 2009 (1)
- ► agosto 2009 (2)
- ► setembro 2009 (1)
- ► novembro 2009 (4)
- ► dezembro 2009 (2)
-
►
2010
(12)
- ► janeiro 2010 (1)
- ► fevereiro 2010 (2)
- ► março 2010 (3)
- ► abril 2010 (1)
- ► junho 2010 (1)
- ► julho 2010 (2)
- ► novembro 2010 (1)
- ► dezembro 2010 (1)
-
►
2011
(13)
- ► janeiro 2011 (1)
- ► fevereiro 2011 (3)
- ► março 2011 (2)
- ► junho 2011 (1)
- ► julho 2011 (1)
- ► novembro 2011 (1)
- ► dezembro 2011 (2)
-
►
2012
(23)
- ► janeiro 2012 (2)
- ► fevereiro 2012 (2)
- ► março 2012 (2)
- ► junho 2012 (2)
- ► julho 2012 (1)
- ► agosto 2012 (3)
- ► setembro 2012 (3)
- ► outubro 2012 (1)
- ► novembro 2012 (2)
- ► dezembro 2012 (2)
-
►
2013
(24)
- ► janeiro 2013 (1)
- ► março 2013 (5)
- ► abril 2013 (4)
- ► junho 2013 (4)
- ► agosto 2013 (1)
- ► setembro 2013 (1)
- ► novembro 2013 (6)
- ► dezembro 2013 (2)
-
►
2014
(12)
- ► janeiro 2014 (2)
- ► fevereiro 2014 (2)
- ► março 2014 (2)
- ► abril 2014 (1)
- ► junho 2014 (3)
- ► julho 2014 (1)
- ► dezembro 2014 (1)
-
►
2015
(3)
- ► janeiro 2015 (1)
- ► dezembro 2015 (1)
-
►
2016
(5)
- ► janeiro 2016 (1)
- ► setembro 2016 (2)
- ► dezembro 2016 (1)
-
►
2017
(3)
- ► julho 2017 (1)
- ► agosto 2017 (1)
- ► dezembro 2017 (1)
-
►
2018
(3)
- ► fevereiro 2018 (1)
- ► outubro 2018 (1)
- ► dezembro 2018 (1)
-
►
2019
(12)
- ► março 2019 (3)
- ► abril 2019 (1)
- ► junho 2019 (2)
- ► agosto 2019 (1)
- ► dezembro 2019 (2)
-
►
2020
(1)
- ► dezembro 2020 (1)
-
►
2021
(1)
- ► setembro 2021 (1)
-
►
2022
(1)
- ► julho 2022 (1)
-
►
2023
(2)
- ► junho 2023 (1)
- ► agosto 2023 (1)
-
►
2024
(1)
- ► fevereiro 2024 (1)
-
▼
2026
(3)
- ► março 2026 (2)
- ▼ abril 2026 (1)